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Após três anos, morte de professora de Tatuí segue sem punição

quarta-feira, 7 de agosto de 2013


Após três anos da morte da professora universitária Maria Angélica Alves de Oliveira, a família da vítima, que mora em Itapetininga (SP), ainda aguarda o esclarecimento do crime. A professora foi encontrada carbonizada em um canavial em Piracicaba (SP), que fica a 80 quilômetros da cidade onde trabalhava e morava com o marido, Tatuí (SP).

Os pais e os irmãos da professora contam que continuam muito abalados com o crime, como mostra reportagem da TV TEM. Para a irmã Ana Maria Alves de Oliveira, a morte da vítima deixou saudade. “A cada ano que passa, vem mais tristeza. Nós queremos saber realmente o que aconteceu”, afirma.

Segundo a mãe da vítima, Maria Ivanchuk de Oliveira, o motivo do crime ainda é um mistério.

Ela conta que desde o momento em que soube da morte da filha, que na época tinha 30 anos, não teve mais uma noite de sono tranquilo. “Simplesmente nós perdemos a alegria de viver. Se estamos caminhando hoje é pela força divina e, graças a Deus, somos uma família que sempre busca estar em amizade e em companhia com Deus”, ressalta.

Ainda de acordo com a mãe, a espera para entender o que aconteceu traz sofrimento. “Estamos sofrendo muito com a ausência da Angélica. A gente espera que os órgão da Justiça esclareçam o quanto antes, porque não foi um caso simples”, ressalta.

Em depoimento à polícia, o marido da vitima, Volnei Mattos, afirmou que Maria Angélica teria saído de casa para ir a uma agência bancária e não voltou. O corpo foi encontrado dois dias depois do desaparecimento. A vitima estava no próprio carro incendiado e só foi identificada por meio de exame de DNA. Até a identificação ser concluída, a professora só foi enterrada 35 dias depois da morte em um cemitério de Itapetininga.

O marido, em entrevista concedida em 2012, também afirmou que aguardava uma conclusão para o caso. “Queremos justiça, uma explicação para pelo menos aliviar e que justiça seja feita. A dor que traz é muito grande. A perda é muito grande”, diz.

O caso registrado como homicídio qualificado é investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Piracicaba. Segundo a Polícia Civil, houve uma troca de delegados e o que assumiu o inquérito está ouvindo mais pessoas e se informando do assunto para poder concluir as investigações.

Fonte: G1

Esta notícia foi publicada em quarta-feira, 7 de agosto de 2013 a 11:48 na categoria Notícias Tatuí.

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